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TolunaPortugal

  3 months ago

Kossi Koudagba e a realidade africana
Closed

O coronavírus fez com que todos sentíssemos as trágicas consequências de uma epidemia e da importância da nossa saúde, economia e bem-estar mental.

No entanto, no passado, já ouvíamos falar dos problemas com os quais os países africanos e asiáticos lutavam há muito tempo. Nesses países, os surtos de epidemias e doenças crónicas não são novidade, mas, na verdade, tragédias humanas recorrentes.

Recentemente no Togo, um pequeno país ao largo da costa do Golfo da Guiné, com uma população de cerca de 8 milhões, assistiu à morte de um dos artilheiros do Campeonato Togolês de Futebol. Kossi Koudagba, melhor marcador do campeonato do Togo nas duas últimas épocas, morreu aos 25 anos vítima de malária. O futebolista jogava no ASC Kara, sediado no norte do país.

Este exemplo mostra que os problemas que nas nossas latitudes ainda podem ser ignorados em outras partes do globo continuam a causar estragos e espalhar o medo entre a população local.

Estima-se que cerca de 230 milhões de pessoas em todo o mundo sofra de malária a cada ano, e a maioria dos casos vem da África Subsariana. Portanto, a região tem o maior número de mortes causadas por essa doença - cerca de 400,000 por ano, das quais uma grande proporção infelizmente são crianças. Além disso, alguns estudos apontam que uma criança africana sofre de malária, em média, três vezes por ano! Os sintomas desta doença, semelhantes ao Covid-19, não diferem da gripe na maioria dos casos.

Actualmente, não existe nenhuma vacina verdadeiramente eficaz para a Malária nem uma maneira totalmente eficaz de proteger contra esta doença. "A prevenção eficaz é principalmente baseada em medicamentos e repelentes antimaláricos, redes mosquiteiras e outros métodos de defesa contra picadas de mosquitos. Os medicamentos antimaláricos tradicionais (por exemplo, Lariam, Malarole, Doxiciclina) não protegem completamente contra a doença. É importante usar repelentes para proteger e reduzir o número de picadas de mosquito".

Qual a sua opinião?

A pandemia de coronavírus tornou o problema das doenças em países do terceiro mundo mais real para você?
Acha que o mundo deveria estar mais envolvido no desenvolvimento e distribuição de medicamentos para epidemias?

Não deixe de partilhar a sua opinião na secção de comentários abaixo!

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ratbarb

  2 months ago
Sim, acredito que os olhos dos outros países têm se voltado à África, mas ainda não tanto quanto deveria.
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BERREDOCARLA1975

  2 months ago
Sem duvida que ja passamos por muito mas actualmente estas a viver um drama invisivel que mata qualquer um.aproxima se mesmo com tantos cuidados que temos podemos estar todos contaminados sem saber ,fora todo o que este virus esta arrastar com ele .
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LilianaCasqueira

  2 months ago
Sempre tive a noção das doenças, fome, falta de condições dos outros países, contudo, não posso fazer nada para os ajudar a não ser dando a minha opinião para que possam alterar leis, e condições de uma forma eficaz e eficiente.
Dar alimentos e dinheiro para lhes pagarem despesas, não acho que seja a melhor forma de os ajudar, visto que, continuam a ter essa vida... trazê-los para cá, também não é uma boa opção, pois cada vez teremos mais dificuldades por cá para os ajudar a eles.
Acho que deveriam investigar e encontrar uma vacina mais eficaz e eficiente que protegesse a humanidade dessas doenças, principalmente as crianças.
Outra possibilidade era acabarem com os insetos que provocam essas doenças graves.
Ajudá-los, ensinando-os o que podem fazer para terem uma vida normal como qualquer outro cidadão em Portugal.
0 comments

LilianaCasqueira

  2 months ago
Sempre tive a noção das doenças, fome, falta de condições dos outros países, contudo, não posso fazer nada para os ajudar a não ser dando a minha opinião para que possam alterar leis, e condições de uma forma eficaz e eficiente.
Dar alimentos e dinheiro para lhes pagarem despesas, não acho que seja a melhor forma de os ajudar, visto que, continuam a ter essa vida... trazê-los para cá, também não é uma boa opção, pois cada vez teremos mais dificuldades por cá para os ajudar a eles.
Acho que deveriam investigar e encontrar uma vacina mais eficaz e eficiente que protegesse a humanidade dessas doenças, principalmente as crianças.
Outra possibilidade era acabarem com os insetos que provocam essas doenças graves.
Ajudá-los, ensinando-os o que podem fazer para terem uma vida normal como qualquer outro cidadão em Portugal.
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M4102987

  2 months ago
Se o Coronavirus tivesse surgido só no continente africano, ninguém agora estaria falando no coronavírus, mas como se desenvolveu para o continente europeu e americano, toda a gente fala e está preocupado e está tentando descobrir uma vacina. Não é só o coronavirus a epidemia perigosa. Quantas epidemias perigosas o povo africano já enfrentou e continua enfrentando sem medicamentos, sem vacinas? Quantas? Muitas. Já foram faladas mas ninguém ligou, pois não era connosco. Agora que é connosco é que estamos preocupados e nos lembramos deles também. Somos um povo egoista! Só vimos que os outros estão a sofrer, quando o mal chega perto de nós, mas não conseguímos ver que há outros males bem piores do que o coronavírus. Há povos que nem água têm para beber, quanto mais para lavar as mãos.
Temos que por a mão na nossa consciência e pensar que já muita gente morreu de malária, de ébola, de gripe sem terem medicamentos e poderiam ter sido salvos se o dinheiro que anda a ser tão mal distribuído fosse para o sítio certo.
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S1199562a

  2 months ago
Pergunto-me se, não fosse por estarmos a passar por uma pandemia, se a notícia da morte de um jovem de 25 anos, Kossi Koudagba, jogador de futebol em terras africanas, se chegaria a nós...
Há muito que o mundo inteiro sabe das dificuldades vividas no continente Africano em geral: doenças, fome, pobreza, desigualdades, privação de educação às suas crianças e população em geral, escassez de meios de subsistência... Em paralelo, vemos gangues malfeitores a infernizar a vida de comunidades no centro Africano, vemos senhores e presidentes de alguns territórios a fornecerem armas para manter a população privada de liberdade, amordaçada, disputas de territórios ricos em diamantes, tráfego humano...
E, por mais que se envie tropas, capacetes azuis, organizações sem fins lucrativos, emissários de paz, tem sido a conta-gotas que se vai caminhando.
Custa a crer que em pleno século XXI haja tantas doenças descontroladas em território africano. O sistema de vacinação ainda não é algo definitivamente implementado, não chega a todos pois conseguir comprar vacinas para a população acarreta custos elevados que os governos de muitos territórios ou não dispõem de verbas porque são muito pobres ou quando há dinheiro, o mesmo é investido em armas...
Muitas vezes esquecemos que ainda há muito a fazer. Vivemos com tanta tecnologia e conforto comparado com outras eras e países que não damos conta que ainda existem muitas doenças antigas que estão apenas controladas através de vacinação e controlo prévio de pragas, condições sanitárias, alimentação, mas que as mesmas não deixaram de existir nem se encontrou ainda forma de as erradicar de vez do planeta.
A malária é uma dessas doenças que não deixou de existir de todo, está é controlada na maioria dos países do mundo, mas não em todos, como no caso do território africano. Tendo sintomas muito parecidos com alguns da Covid 19 é natural que surja o debate sobre o mesmo.
Lamento a morte precoce deste desportista e gostaria muito de ver algo a mudar para melhor no continente africano que é tão rico em natureza, tão cheio de possibilidades de ser próspero... Gostava muito que a condição das pessoas melhorasse substancialmente e que as pessoas vivessem bem e felizes.
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1845574

  2 months ago
Infelizmente a desigualdade existe e, na minha opinião, vai existir sempre... E essa igualdade não existe apenas a nível mundial, descriminado continentes ou países, existe localmente também, porque nesses países vemos realidades de riqueza e de pobreza extrema, logo não é tão fácil de resolver quanto isso...
Eu já tinha conhecimento dessa realidade, mas infelizmente não há muito que se possa fazer...
A indústria farmacêutica poderia de facto, investir mais nesses países, mas sendo tudo um negócio, dificilmente vai acontecer...
A solução passará pela prevenção, de facto, mas até isso tem custos, logo se a maioria das pessoas não tem acesso aos cuidados mais básicos, também não vai conseguir ter acesso aos meios para se proteger...
É uma realidade realmente triste, mas existe e dificilmente será, facilmente, ultrapassada...
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penedo.fmg

  2 months ago
É por tudo isto e muito mais, que eu não consigo aceitar calada que se gastem recursos financeiros e humanos em busca de vida noutros planeta, quando se negligência de forma grotesca a vida na Terra, quando se ignoram problemas graves que vitimam pessoas, animais e a natureza de forma brutal, mas que poderiam ser evitados com dedicação a essas causas....procura se vida noutros planetas ou condições de habitabilidade para quê? para se iniciar uma nova onda de destruição por lá......realmente o bicho homem, é um bicho muito estranho....
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I2242899A

  2 months ago
Sim foi uma das doencas que nuca tinha imaginado na minha vida
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AnaRibeiro1980

  2 months ago
Os países mais pobres sempre irão sofrer com problemas que podem ter solução ou pelo menos serem minimizados.
A indústria farmacêutica devia investir mais na prevenção e investigação e não pensar tantos nos lucros. Para eles produzir medicamentos baratos e simples não dá dinheiro logo assobiam para o lado e a riqueza está nos países industrializados.
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